Capítulo 76
jurisprudência que em casos duvidosos olhou para o julgamento de Deus, não, como fez o inglês, pela provação, mas pelo pessoal combate das duas festas. Ainda este desafio também era certamente determinado na esperança que o Harold recusaria isto, e poria assim ele, em olhos normandos, contudo mais completamente na injustiça. Para o desafio era um que o Harold não pôde mas refugo. William olhado nele como um que reivindicou o próprio dele de um que injustamente o mantido disto do lado de fora. Ele era o demandante em um terno em qual Harold era de defesa; aquele demandante e acusado eram ambos acompanhado por exércitos era um acidente para qual o acusado que tinha recusado meios todo calmos de determinação, era culpar. Mas O Harold e as pessoas dele não puderam olhar no assunto como um mero questione entre dois homens. A coroa era Harold pelo presente de a nação, e ele não pôde cortar a própria causa dele da causa de a nação. A coroa era dele; mas não era dele para apostar no assunto de um único combate. Se o Harold foi matado, a nação pode dê a coroa a quem eles pensaram bom; A morte de Harold não pôde faça a reivindicação um de William anotar rapidamente melhor. A causa não era pessoal, mas nacional. O duque normando teve, por uma invasão temerária, prejudicou, não o Rei só, mas todo homem na Inglaterra, e todo homem pode reivindicação para ajudar o dirigindo fora. Novamente, em uma aposta ordinária de batalhe, o julgamento pode ser obrigado; aqui, se o William matou Harold ou Harold mataram o William, havia nenhum meios de obrigar o julgamento exclui pela força dos dois exércitos. Se o Harold caia, não seja provável que o exército inglês receba o William como rei; se o William caísse, o exército normando ainda era menos provável ir quietamente fora de Inglaterra. O desafio foi significado como uma mera cortina; elevaria o espírito dos seguidores de William; seria algo para os poetas dele e cronistas para registrar no honour dele; isso era tudo.
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