Capítulo 40
você eu o desejei bem." "Nenhum elogio, eu imploro", disse Gino, enquanto se levantando com seu mãos cruzaram no tórax dele e um sorriso de prazer na face dele. Spiridione se dirigiu aos outros homens, nenhum de quem ele teve já visto antes. "Não é verdade? Não faz ele merece este rico loiro?" "Ele a" merece, disse todos os homens. É uma terra de marvellous onde você ama isto ou odeia isto. Não havia nenhuma carta, e claro que eles sentaram abaixo a o Caffe Garibaldi, pela Igreja Colegial--um real bem caffe que para tão pequeno uma cidade. Lá foi mármore-tampado mesas, e terracota de pilares debaixo de e ouro sobre, e em o teto era um fresco da batalha de Solferino. Um não poderia ter desejado um mais bonito quarto. Eles tiveram vermute e poucos bolos com açúcar no topo que eles escolheram gravemente ao contador, os beliscando ser seguramente primeiro eles estava fresco. E entretanto vermute é pouco alcoólico, Spiridione encharcou o seu com refrigerante-água estar seguro que isto não deveria entrar na cabeça dele. Eles estavam em espíritos altos, e elogios elaborados alternado curiosamente com bagunça suave. Mas logo eles ponha para cima as pernas deles/delas em um par de cadeiras e começou a fumar. "Me" fale, disse Spiridione--"eu esqueci de perguntar--ela é jovem?" "Trinta-três." "Ah, bem, nós não podemos ter tudo." "Mas você seria pegado de surpresa. Se ela tivesse me falado vinte e oito, eu não a deveria ter descrido." "Ela é SIMPATICA?" (Nada traduzirá aquela palavra.) Gino tocou de leve ao açúcar e disse depois de um silêncio, "Suficientemente assim." "É uma coisa mais importante." "Ela é rica, ela é generosa, ela é afável, ela, endereços o inferiors dela sem arrogância." Havia outro silêncio. "Não é suficiente", disse o outro. "A pessoa não define isto assim." Ele abaixou o seu expresse a um sussurro. "Mês passado estava contrabandeando um alemão charutos. A costume-casa era escura. Ainda eu recusei porque eu
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