Capítulo 22
saiba. Por que, o mesmo vestido ela usou aquela tarde----Você notou isto?" "Eu--eu----" começou Abner. "Não, você não fez--claro que você não fez. Bem, ela fez todo ponto disto com as próprias mãos dela." "E esses chá-bolos que tarde", Laço completado. "Ela fez todo ponto de _them_ com as próprias mãos dela. Ela me falou assim ela, quando eu ficado posteriormente, ajudar lavam coisas para cima." "Eu posso a ter feito uma injustiça", Abner reconheceu. "Talvez eu posso goste da conhecer, afinal de contas." "Você poderia estar orgulhoso para", disse Laço. "E os favour seriam o outro "círculo de modo, declarou o pintor stoutly. Abner ignorou qualquer tal possibilidade como isto. "Quanto tempo era ela no estrangeiro?" ele perguntou Laço. "Vejamos. Ela estudou música em Leipsic dois anos; ela toca o violino como um anjo--até um certo ponto. Então ela estava em Paris para outro ano. Ela pinta um pequeno--não bastante para doer." "Leipsic? Dois anos?" Abner ponderado. Parecia mais calmo, menos vicioso, afinal de contas, que se o tempo inteiro tivesse estado gasto em Paris. O violino; pintando. Ambos técnica exigida; cada arte exigiu muito tempo, fim aplicação. "Bem, eu ouso diga ela é desculpável." Mas aqui, ele pensou, há pouco era onde as outras artes estavam a uma desvantagem comparada com literatura: você poderia ficar em casa onde quer que você fosse, se escritor, e adquira sua própria técnica. "E você fez isto", disse Laço. "Eu admiro algumas de suas coisas tanto. Seu instinto para realidades, seu aperto central robusto--" "Que homem fez, o homem pode fazer", Abner reunido. "Ainda o que é técnica, afinal de contas? Lá restos, como já, o problema, o grande Problema social,, ser resolvido." "Você pensa assim?" Laço examinado. "Pensa que há um problema social?" "Pense que pode ser resolvido. Eu tenho minha própria idéia lá. É um segredo. EU está disposto para falar isto a uma pessoa, mas não para more,--mim não pôde responder
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