Capítulo 82
arqueólogo, eu abri tumbas e cinzas transtornadas em ordem para colecione os fragmentos de vestuário, metal ornamenta, ou pedras preciosas que eram entrosado com essas cinzas. Mas eu só fiz isto por aquele científico curiosidade que não exclui sentimentos de reverência e de devoção. Possa aquele graven de maldição antes de uns um dos primeiros seguidores de os apóstolos na tumba de um mártir nunca caem em mim! Eu não devo temer sobreviver minhas próprias pessoas tão longo como lá são os homens dentro o mundo; para lá são sempre alguns quem a pessoa pode amar. Mas o poder de amor isto debilita e gradualmente é perdido com envelheça, como todas as outras energias de homem. Exemplo prova isto; e é isto que me terrifica. É eu seguro que eu não me tenho já sofrido esta grande perda? Eu deveria ter sentido isto seguramente, mas para a reunião feliz que me rejuvenesceu. Poetas falam de a Fonte de Mocidade; existe; esguicha para cima da terra a todo passo levamos nós. E a pessoa passa sem beber disto! A menina jovem que eu amei, casado da própria escolha dela para um rival, passou, todo cinzento-cabeludo, no resto eterno. Eu achei a filha dela-- de forma que minha vida que antes de parecia a mim sem utilidade, agora, mais uma vez acha um propósito e uma razão por ser. Para-dia que eu "levo o sol", como eles dizem na Provença; Eu assumo isto o terraço do Luxemburgo, ao pé da estátua de Marguerite, de Navarre. É um sol primaveral, enquanto intoxicando como vinho jovem. Eu sento e sonho. Meus pensamentos escapam de minha cabeça como a espuma de um garrafa de cerveja. Eles estão claros, e o assobiando deles/delas me diverte. EU sonho; tal um passatempo é certamente permissível a um companheiro velho que publicou trinta volumes de textos, e contribuiu o 'Diário des Savants durante vinte e seis anos. Eu tenho a satisfação de sentindo que eu executei minha tarefa como também era possível para mim fazer, e que eu utilizei à extensão mais cheia deles/delas esse medíocre
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