Capítulo 73
"Também, eu pretendo o julgar caridosamente. Mas infelizmente eu tenho conhecido o tipo antes. Eles raramente mantêm as façanhas deles/delas para eles." "Façanhas?" chorou a Lucy, enquanto estremecendo debaixo do plural horrível. "Meu pobre querido, você supôs que isto o primeiro dele era? Venha aqui e me escuta. Eu estou juntando só isto das próprias observações dele. Faça você se lembra aquele dia ao almoço quando ele discutiu com Senhorita Alan que gostando de uma pessoa uma razão extra é por gostar outro?" "Sim", disse a Lucy quem na ocasião o argumento tinha agradado. "Bem, eu não sou nenhum prude. Há nenhuma necessidade para o chamar um mau jovem tripule, mas obviamente ele é completamente não refinado. Nos deixe derrubar isto para os antecedentes deploráveis dele e educação, se você deseja. Mas nós somos nenhum mais distante em com nossa pergunta. O que você propõe faça?" Uma idéia apressou pelo cérebro de Lucy que, a teve pensado nisto mais cedo e fez isto separar dela, poderia ter provado vitorioso. "Eu proponho falar com ele", disse ela. Senhorita Bartlett proferiu um grito de alarme genuíno. "Você vê, Charlotte, sua bondade--eu nunca esquecerei isto. Mas--como você disse--é meu afazeres. Meu e seu." "E você vai o IMPLORAR, lhe IMPLORAR que mantenha silêncio?" "Certamente não. Não haveria nenhuma dificuldade. Tudo que que você pergunta ele ele responde, sim ou não; então terminou. Eu fui amedrontado dele. Mas agora eu não sou nenhum que pouco mordeu." "Mas nós o tememos para você, querido. Você é tão jovem e sem experiência, você viveu entre tais pessoas agradáveis que você não possa perceber que homens podem ser--como eles podem levar um brutal prazer insultando uma mulher quem o sexo dela não protege e círculo de reunião. Por exemplo, esta tarde se eu não tivesse chegado, o que teria acontecido?" "Eu não posso pensar", disse a Lucy gravemente. Algo na voz dela fez Senhorita Bartlett repetir a pergunta dela,
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