Capítulo 67
e conclusão satisfatória, e pensamento isto uma grande piedade que não tinha havido uma compreensão mútua perfeita entre Zinzendorf e os Fiduciários antes de a primeira companhia velejasse. Os "criados" daquele Zinzendorf deveriam ser livres de serviço militar foi admitido por tudo, mas Oglethorpe pensou devem ser fornecidos três homens representar Zinzendorf, Spangenberg e Nitschmann (o Hausmeister), os três livre-proprietários, e sugestionou aquele Tenente Hermsdorf poderia acontecer. Nitschmann disse isso não faria, que o Moravians não "pôde e não lutaria," e lá o assunto descansou. Nitschmann escreveu a Zinzendorf, lhe implorando que viesse para Londres, e entrevista os Fiduciários, mas aconselhou que ele espere pelo retorno de Oglethorpe da Geórgia uns nove meses depois. Nesta conta concordaram os sócios da segunda companhia que seria melhor eles não aceitarem terra individualmente, mas ir, como os outros tinha feito, como os "criados" de Zinzendorf, trabalhar na área dele. Oglethorpe sugeriu que uns quinhentos acres adicionais devessem ser pedidos para Conta o filho de Zinzendorf, e Nitschmann se referiu a proposta para as autoridades a Herrnhut. Com respeito à quinhentos acre área já concedido, o General disse que tinha ficado situado perto dos índios, ao pedido do Moravians, mas que os colonos haveria em nenhum perigo, para os índios estava a paz com o inglês, havia um forte próximo por, e além ele pretendeu colocar uma colônia de Salzburgers cinqüenta milhas mais adiante sul, quando o Moravians seria, não na borda mas no centro de Geórgia. Gen. Oglethorpe assegurou Nitschmann que não haveria nenhuma dificuldade relativo à transferência de título para a Geórgia pousa, para enquanto, por razões pesadas, as concessões tinham sido feitas em macho de rabo, havia nenhuma intenção, por parte dos Fiduciários, usar isto como um pretexto por recuperar a terra, e se não havia nenhum herdeiro masculino, um irmão, ou fracassando isto, um amigo, poderiam levar o título.
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