Capítulo 17
e a propriedade que ele pode em cabo de futuro debaixo da proteção da Majestade dele de Grã Bretanha. (2) ser segurança para os dependentes em cima dos que ele envia, e assumir só tal jurisdição em cima deles como é habitual entre Deuses ingleses nas propriedades deles/delas. (3) reembolsar a Nação inglesa cuidadosamente tal soma como pode ser avançado para o estabelecimento dele na Geórgia, e além disso, assim que a propriedade está em condição boa, só considerar isto como alugado até a obrigação é descarregado. (4) ajudar o Rei e Nação, com todo o zelo e por todos os meios no poder dele, levar a cabo o desígnios da Majestade dele para a Geórgia. Ele trará que toda a perspicácia e conhecimento de um homem de negócios, quem de mocidade para cima estudou os princípios mais saudáveis e leis para um Estado, e teve experiência pessoal os pondo em execução; mas, por outro lado, ele aprendeu tal autocontrole que ele não se intrometerá com nada no qual os serviços dele não são desejados. "Em atenção a estas coisas o nobre pergunta isso -- (1) se mais conhecimento da posição dele é desejado que lhe esperarão dar isto a ninguém menos um Comitê de Parlamento, composto de sócios de ambas as casas, designou pela Majestade de Britannic dele, ou para um Comitê do ` directoriatis de Collegii' de América que será autorizada conceder os pedidos dele; isto devido ao fato que o solicitante é um Nobre alemão cuja a família é bem conhecida, o pai dele tendo sido, Embaixador para a Inglaterra, e a família dele entre os estadistas dianteiros de Europa. (2) depois que o Comitê recebesse informação suficiente e satisfatória estará calado com respeito às circunstâncias e a personalidade dele, como ele tem razões pesadas por não desejar se sujeitar a crítica. (3) ele será dado um acordo escrito, enquanto garantindo as coisas seguintes: a. que ele receberá bastante terra para uma casa de cinqüenta a sessenta pessoas, e para aproximadamente cem outros dependentes,
| <- | Contents | -> |