Capítulo 3
dando aquele começo momentâneo alarmado--e quase sorriu ternamente como se lembrou ele como notável e até mesmo glorioso uma autorização que esses nervos tiveram para o estado inseguro deles/delas. Eles buscariam certo o real resto de uma noite. Ele saberia dormir AGORA, agradeça Deus! Mas sim--havia alguém fora--e este tempo batendo com garantia à porta certa, a entrada, para o escritório exterior. Depois da consideração de um segundo, ele entrou neste unlighted escritório exterior, e chamou fora pelo copo opaco um enquiry. O som da voz dele, como se analisou nas próprias orelhas dele, parecia peremptório indevidamente. A resposta que voltou trazido um flash de wonderment aos olhos dele. Ele apressadamente destrancado e abriu a porta. "Eu vi as luzes em o que eu entendi para ser a Sala da diretoria," disse o recém-chegado, como entrou ele. "Eu assumi deve ser você. Espere que eu não interrompa nada." "Nada poderia me ter dado maior prazer, Deus Plowden,," respondido o outro, conduzindo o modo atrás para o apartamento interno. "Na realidade, eu não poderia ter perguntado melhor nada." O tom da voz dele teve uma certa nota ansiosa nisto não totalmente em harmonia com esta declaração. Ele virou, debaixo do gota-luz que pende a Tábua-mesa, e tremeu mãos com o convidado dele, como se reconciliar para este acento duvidoso. "Eu dou um aperto de mão novamente" com você, ele disse, enquanto falando rapidamente, "porque esta tarde era o que você pode chamar formal; não contou. E--meu Deus!--você é o homem que eu devo isto tudo para." "Oh, você não deve ir até onde que--até mesmo na ausência de testemunhas", Deus Plowden respondido, ligeiramente. "Eu levarei fora meu casaco durante alguns atas", ele foi em, muito, à facilidade dele. "Faz calor em aqui. Está pelo mais mero chance eu aconteci para ser detido na Cidade--e eu vi suas luzes, e esta tarde nós não tivemos nenhuma oportunidade tudo que para uma conversa quieta. Nenhum--eu não beberei nada
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