Capítulo 5
da mesa. Na cobertura feito de linho palha-colorida o título lustrou dentro ouro: 'La de Yseult Loiro', através de Sino de Vivian. Era uma coleção de francês versos compostos por uma inglesa, e impresso em Londres. Ela leu indiferentemente, esperando por visitas, e pensando menos da poesia que da poetisa, Senhorita Bell que era talvez o amigo mais agradável dela e quem ela quase nunca viu; quem, a todo um das reuniões deles/delas que era tão raro, a beijou, enquanto chamando o "bem" dela, e balbuciou; quem, planície, ainda sedutor, quase ridículo, contudo completamente primoroso, viveu a Fiesole como um filósofo, enquanto a Inglaterra a celebrou como o mais amado dela poeta. Goste de Vernon Lee e como Mary Robinson, ela tinha se apaixonado com a vida e arte de Tuscany; e, sem até mesmo acabamento ela Tristan, a primeira parte de qual tinha inspirado em Burne-Jones sonhador aquarelles, ela escreveu verso provençal e poemas expressando francês Idéias italianas. Ela tinha a enviado 'la de Yseult Loiro' para "Bem", com um carta que a convida a passar um mês com ela a Fiesole. Ela teve escrito: "Venha; você verá as coisas mais bonitas no mundo, e você os embelezará." E o "bem" estava dizendo a ela que ela não iria, que ela deve permaneça em Paris. Mas a idéia de ver Senhorita Bell na Itália não era indiferente a ela. E virando as folhas do livro, ela parou por chance a esta linha: Amor e coração suave são um. E ela, com ironia suave, se perguntou se Senhorita Bell alguma vez tinha sido apaixonado, e que maneira de homem poderia ser o ideal de Senhorita Bell. O poetisa teve a Fiesole uma escolta, Príncipe Albertinelli. Ele era mesmo bonito, mas bastante grosso e vulgar; muito assim agradar um esteta que misturou com o desejo para amor o misticismo de uma Proclamação. "Bom-igualando, Therese. Eu estou fora positivamente usado." O Princesa Seniavine tinha entrado, flexível nas peles dela que quase
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