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Anatole France

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Lily vermelha, o - Volume 01

Anatole France

Capítulo 46

E o que tinha acontecido só um momento atrás parecia distante agora distante. O quarto, as lilás no vaso cristalino, a pequena xícara de boêmio copo onde ela achou os alfinetes dela--ela viu todas estas coisas como se por um janela que aquele passa na rua. Ela estava sem amargura, e até mesmo sem tristeza. Ela não teve nada que perdoar, ai! Esta ausência durante uma semana não era uma traição, não era uma falta contra o dela; não era nada, contudo era tudo. Era o fim. Ela soube isto. Ela desejou cessar. Era o consentimento de todas as forças dela sendo. Ela disse a ela: "Eu tenho nenhuma razão para o amar menos. Faça eu o ame nenhum mais? Eu já o amei?" Ela não soube e ela fez não se preocupe saber. Três anos durante qual tinha havido meses quando eles tinham visto um ao outro diariamente--tudo isso não era nada? Vida não é um grande coisa. E que a pessoa põe nisto, como pequeno isso é! Em multa, teve ela nada de que reclamar. Mas era melhor terminar tudo. Todas estas reflexões trouxeram o dela atrás para aquele ponto. Era não uma resolução; podem ser mudadas resoluções. Era mais sério: era um estado do corpo e da mente. Quando ela chegou ao quadrado, no centro de qual é uma fonte, e em um lado de qual está de pé uma igreja de estilo rústico, enquanto mostrando seu sino dentro um campanário aberto, ela recordou o pequeno buquê de violetas que ele teve dado a ela uma noite na ponte perto de Senhora de Notre. Eles tinham amado um ao outro aquele dia--talvez mais que habitual. O coração dela amoleceu a isso reminiscência. Mas o pequeno buquê permaneceu só, um pobre pequeno esqueleto de flor, na memória dela. Enquanto ela estava pensando, passers-por, enganou pela simplicidade dela vista, a seguiu. Um deles fez proposições a ela: um jantar e o teatro. A divertiu. Ela não estava transtornada; isto não era uma crise. Ela pensou: "Como outras mulheres administram tais coisas? E eu, que se prometeu não deteriorar minha vida. O que vale de vida?"

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