Capítulo 19
amado uma memória imperecível. A graça viril dele, a elegância quieta dele, e o hábito dele de agradar tinha prolongado a mocidade dele distante além do usual termo de anos. Ele notou a Condessa jovem particularmente o Martin. O homenagem deste perito a lisonjeou. Ela pensou agora nele com prazer. Ele teve uma arte de marvellous de conversação. Ele a divertiu. Ela o deixe ver isto, e imediatamente ele prometeu a ele, no poema heróico dele, frivolidade, terminar a vida feliz dele meritoriamente pela subjugação disto, mulher jovem quem ele apreciou outro sobre todo um, e quem evidentemente o admirado. Ele exibiu, a capturar, as estratagemas mais instruídas. Mas ela o escapou muito facilmente. Ela rendeu, dois anos depois, para Robert Le Menil que tinha a desejado ardentemente, com todo o calor da mocidade dele, com toda a simplicidade de a mente dele. Ela disse a ela: "Eu me dei a ele porque ele amou eu." Era a verdade. A verdade era, também, que um bobo contudo poderoso instinto tinha a impelido, e que ela tinha obedecido o impulso escondido de o ser dela. Mas nem sequer este não era o ego de realidade dela; o que despertado a natureza dela afinal era o fato que ela acreditou na sinceridade do sentimento dele. Ela tinha rendido assim que ela tivesse sentido que ela foi amada. Ela teve , depressa, se dado simplesmente. Ele pensou que ela tinha rendido facilmente. Ele estava enganado. Ela tinha sentido o desânimo que o irreparável dá, e aquele tipo de vergonha que vem de ter algo de repente para esconda. Tudo o que tinha sido sussurrado antes dela sobre outras mulheres ressoado nas orelhas ardentes dela. Mas, orgulhoso e delicado, ela tomou cuidado para esconda o valor do presente que ela estava fazendo. Ele nunca suspeitou a moral dela intranqüilidade que durou só alguns dias e foi substituída por perfeito tranqüilidade. Depois que três anos ela defendeu a conduta dela como inocente e natural. Feito prejudique a ninguém, ela não teve nenhum pesar. Ela estava contente. Ela
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