Capítulo 18
mal com as próprias experiências dele e idéias relativo a mulheres, ela sorriu com ironia melancólica. E ela admirou o pai dela o mais. Afinal de contas, ela não era tão mal casada. O marido dela era tão bom quanto qualquer outro homem. Ele tinha ficado bastante suportável. De tudo aquilo ela leu dentro o cinzas, na suavidade ocultada dos abajures, de todas suas reminiscências,, o da vida casada deles/delas era o mais vago. Ela achou alguns isolado características disto, algumas imagens absurdas, uma impressão passageira e meticulosa. O tempo não tinha parecido longo e não tinha deixado para trás nada. Seis anos tiveram passado, e ela fez nem mesmo se lembre como ela tinha recuperado a liberdade dela, tão pronto e fácil tinha sido a conquista dela daquele marido, frio, doentio,, egoísta, e cortês; daquele homem secado e amarelou por negócio e políticas, laborioso, ambicioso, e comum. Ele só gostou de mulheres por vaidade, e ele nunca tinha amado a esposa dele. A separação tinha sido franqueie e complete. E desde então, estranhos para um ao outro, eles sentiam uma gratidão tácita, mútua para a liberdade deles/delas. Ela teria tido alguns afeto para ele se ela não o tivesse achado hipócrita e muito sutil dentro a arte de obter a assinatura dela quando ele precisou de dinheiro para empreendimentos isso era mais para ostentação que real benefício. O homem com quem ela jantado e falou não tido nenhuma significação por ela diariamente. Com a bochecha dela na mão dela, antes da grelha, como se ela questionasse um sibyl, ela viu a face do de de Marquês novamente Re. Ela viu isto assim precisamente que a pegou de surpresa. O de de Marquês para o que Re tinha sido apresentado o dela pelo pai dela que o admirou e ele se apareceu a ela principal e deslumbrando durante os trinta anos dele de triunfos íntimos e glórias mundanas. As aventuras dele o seguiram como uma procissão. Ele tinha cativado três gerações de mulheres, e tinha partido no coração de tudo esses quem ele teve
| <- | Contents | -> |