Capítulo 11
voz grossa com que os judeus, os pais dele, apertaram os credores deles/delas, os camponeses de Alsácia, de Polônia, e do Crimea. Ele arrastou o seu frases pesadamente. Este grande filólogo soube todos os idiomas excluem Francês. E Senhora o Martin desfrutou as frases afáveis dele, pesado e enferrujado, como o ferro-trabalho de lojas de brica-brac entre qual derrubou folhas secadas de antologia. M. Schmoll gostou de poetas e mulheres, e teve inteligência. Senhora Marmet fingiu para não o conhecer, e saiu sem devolver o seu arco. Quando ele tinha esvaziado os bonitos madrigais dele, M. Schmoll ficou sombrio e lamentável. Ele querelou piteously. Ele não estava bastante enfeitado, não, contanto com sinecuras bastante, nem bem alimentou bastante pelo Estado--ele, Senhora Schmoll, e as cinco filhas deles/delas. As lamentações dele tiveram alguns grandeza. Algo da alma de Ezekiel e de Jeremiah estava neles. Infelizmente, virando o dele dourado-spectacled olhos para a mesa, ele o livro de Sino de Vivian descoberto. "Oh, 'Yseult La Blonde'", ele exclamou, amargamente. "Você está lendo isso reserve, Senhora? Bem, aprenda aquele Mademoiselle Vivian Sino roubou um inscrição de mim, e que ela alterou isto, além disso, pondo isto em verso. Você achará isto em página 109 do livro dela: 'Uma sombra pode lamentar em cima de uma sombra.' Você ouve, Senhora? 'Uma sombra pode lamentar em cima de uma sombra.' Bem, essas palavras são traduzidas literalmente de uma inscrição funerário que eu sido o primeiro publicar e ilustrar. Ano passado, um dia, quando eu estava jantando em sua casa, sendo colocado pelo lado de Sino de Mademoiselle,, Eu citei esta frase a ela, e a agradou uma grande transação. A ela peça, o próximo dia eu traduzi em francês a inscrição inteira e enviado isto a ela. E agora eu acho mudou neste volume de versos abaixo este título: 'No Sagrado Way'--o modo sagrado que é eu." E ele repetiu, no humor ruim dele:
| <- | Contents | -> |