Capítulo 24
por que nosso telegrama tinha voltado sem resposta. Mas esta menina estava claramente dentro dificuldade. Pelo véu poderíamos ver nós que a face dela parecia desfigurada e os olhos dela eram grandes e fitando. Ela olhou amedrontada a morte. Nenhuma menina em dificuldade já veio em vão a Nyoda. "Você quer ir muito mal para Decatur?" ela perguntou, suavemente. "Eu tenho que ir", disse a menina, seriamente. "Eu tenho que pegar um trem lá, o trem para Louisville." Ela se conferiu quando ela tinha dito isso e olhou ao redor de como se amedrontado ela tinha sido escutada. "Mas por que vai para Decatur?" Nyoda perguntado. "Você pode adquirir o trem de Louisville em Pés Wayne. Nós vamos diretamente para Pés Wayne e está lá mais próximo agora que Decatur. Nós estaremos alegre de o levar." Mas à menção de Pés Wayne que a menina encolheu atrás. "Não, não, não lá", ela disse em terror evidente. "Eles--eles estariam assistindo para eu lá." Nyoda olhou sutilmente para a menina. Ela deve ter visto o que nós não fizemos. "Meu querido", ela disse, em um tom de irmã grande, "é você correndo longe de casa?" A menina começou e parecia assombrado. "Sim, eu estou correndo fora", ela disse em um tom de desespero, "mas eu não estou correndo longe de casa. Eu sou correndo em casa. Casa para minha mãe." Ela olhou em cima do ombro dela a um jogo de casa distante atrás da estrada. "Me fale sobre isto, disse Nyoda, com aquele sorriso seu que nunca não ganha uma confiança. A menina olhou nos olhos de Nyoda e fez não olhe fora novamente. É o modo que todo o mundo faz. "Eu sou o Margery Anderson", ela disse. "Você sabe que agora eu sou e por que eu sou correndo fora." Sim, todos nós soubemos. Os documentos tinham estado por toda parte cheio da briga Sr. e Sra. Anderson que estava separado tinha estado fazendo para adquirir posse do filha Margery deles/delas. A lei tinha a dado a ela mãe, mas ela tinha sido seqüestrada duas vezes pelo pai dela e o último
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