Capítulo 7
e (concebivelmente) os estudos deles/delas, aquele interesse pingou fora no quadrângulo que morou os estudantes de menina. "Se eles só percebessem quanto um mão amigável, estendido a eles de vida mediana, poderia fazer para o deles/delas mercados a termo...!" ele às vezes suspiraria. Mas os egoístas jovens, ignorando, ele ainda, enfrentou os mercados a termo respectivos deles/delas, porém incerto, com muito mais confiança que ele, apoiou por qualquer garantias e acumulações ele desfrutado, poderia enfrentar o próprio dele. "Ser jovem!" ele disse. "Ser jovem!" Você figura Manjericão Randolph, ao lado do porti�e dele, como mas o observador, o _raisonneur_, nesta narrativa? Nesse caso, você erra. O que!--você pode ask,--um rival, um competidor? Aquele mais quase. Era a própria Medora Phillips quem, dentro de um momento ou dois, o introduziu neste papel. Uma abertura tinha entrado na conversa dela com Contenda. Ele tinha lhe contado tudo que ele tinha sido perguntado contar--ou tudo que ele pretendeu contar: de qualquer modo ele tinha sido determinado abundante oportunidade para expatiate no assunto de bem de um homem jovem--ele. Ou ela teve bastante agora fixado pontos por afiançar a periferia seu círculo ou então ela preferiram deixar alguma porção da área dele (agora averiguado aproximadamente) dentro de uma penumbra poética. Ou talvez ela desejou algum outro conhecedor de meia-idade para compartilhar a admiração dela e a confirmar julgamento. A todos os eventos---- "Oh, Sr. Randolph", ela chorou, "venha aqui." Randolph deixou a entrada dele e pisou por. "Agora você vai ser recompensado", disse a senhora, amplamente generoso. "Você vai se encontrar Sr. Contenda. Você vai se encontrar Sr.----" Ela pausou. "Faça você sabe,"--virando ao homem jovem,--"eu não tenho seu nome próprio?" "Por que, isso é necessário?" "Você não está envergonhado disto? Theodosius? Philander? Hieronymus?"
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