Capítulo 4
máquina fotográfica. Os prisioneiros nas cadeias deles/delas formam uma audiência interessada pelo rua. Honduras, a Terra de Grandes Profundidades. Um canto de Tegucigalpa. Os "Ponteiros Ocidentais" de Honduras nos quartéis deles/delas, uma parte do palácio nacional. Visão de Tegucigalpa do topo de Picacho. Consertando a rodovia de Tegucigalpa para a Costa. Uma família de Honduras. Sabana Grande se aproximando, a primeira noite parada no passo pesado para o costa. Uma carne de boi há pouco abateu e pendurou fora ao sol. Uma habitação nas terras quentes da Costa, e seu escassamente clad habitantes. Ao longo do Rio de Pasoreal. O mozo pausa para uma bebida no rastro. Um modo de transportar mercadoria da costa para Tegucigalpa. O outro modo de trazer bens até o capital. A guarnição de Amapala. "Gringoes" abandonado que espera com que paciência possível no "Hotel Morazan", Amapala. Gado descarregando no porto de Amapala. O navio a vapor chega afinal isso é nos levar sul para o Panamá. Nós não perdemos nenhum tempo sendo remado fora para ela. MAPA O Itinerário do Autor CAPÍTULO EU NO SUL MAIS FRESCO Você realmente está no México antes de você chegasse lá. Laredo é um puramente--entretanto não puro--cidade mexicana com um americano leve cor. Contagens de homens entorpecer-esfolados vagam listlessly sobre tentar vender varas de doce e o igual de tábuas continuadas as cabeças deles/delas. Lá não é uma dúzia de faz compras onde os balconistas falam pidgin bom até mesmo o inglês, a maioria dos sinais está em espanhol, as listas de eleitores nas paredes são principalmente de origem ibérica, os mesmos oficiais de município de xerife abaixo--ou para cima--é nomes que o americano comum não pôde pronunciar, e o saunterer nas ruas podem passar horas sem ouvir uma palavra de Inglês. Até mesmo os empregados de poste-escritório falam o espanhol através de preferência e Eu não pude fazer o negócio mais simples sem recorrer àquela língua.
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