Capítulo 68
lado do Ministro, deixando a Raposa e os poucos partidários fiéis dele o tarefa de manter um protesto despercebido contra as paixões cegas de guerra, e o rigor crescente com que o Pitt reprimiu todo sintoma de desafeto popular. [O Gironde e a Montanha na Convenção.] [O Gironde e a Comunidade de Paris.] O caráter de violência que Burke localizou e condenou no mais cedo atos da Revolução se exibiram em uma luz muito mais forte depois o subverta da Monarquia pela insurreição de 10 de agosto. Aquele evento era o trabalho de homens que comandaram a democracia Parisiense, não o trabalho de os oradores e festa-líderes na Assembléia. O Girondins não tinha hesitado tratar a vitória como o próprio deles/delas, colocando os grandes escritórios de Estado, com uma exceção, nas mãos dos líderes deles/delas,; eles acharam imediatamente que a real posição de soberania em outro lugar. O Conselho da Comunidade, ou Municipalidade, de Paris cujos os sócios tinham agarrado o poste deles/delas no momento, da insurreição, era o único órgão administrativo que possuiu o dê poder a para obrigar seus comandos; nos Ministérios de Estatal vá só se feito feltro, o de Danton quem o Girondins teve de má vontade, admitido a escritório junto com eles. As massacres de setembro lançaram em luz cheia a ineficácia da Assembléia expirando. Para cinco dias sucessivos não pôde conferir as massacres; era incapaz para traga a justiça os homens que tinham os planejado, e que chamou o resto de França seguir o exemplo deles/delas. Com a reunião da Convenção, porém, o Girondins como que agora se considerou o legítimo governo, e esqueceu que eles deveram escritório a uma insurreição, esperou reduzir o capital a submissão. Eles comandaram um subjugar maioria na câmara nova; eles eram pela classe média em tudo as grandes cidades de França. A festa da Montanha abraçou no princípio só os deputados de Paris, e um grupo de determinados homens que admitiram nenhum crítica nas medidas que a democracia de Paris tinha pensado
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