Capítulo 56
único mês a evacuação de França e a restauração das fortalezas o qual eles tinham capturado. [A Convenção se encontra, Proclama República, setembro. 21.] [A guerra se torna uma cruzada de democracia.] Enquanto isso a Assembléia Legislativa tinha decretado sua própria dissolução dentro conseqüência da subversão da monarquia no dia ambos de agosto, e teve ordenado a eleição de representantes para moldar uma constituição para a França. As eleições foram seguradas na crise de invasão, em pleno, indignação nacional contra a aliança da aristocracia com o estrangeiro, e, em alguns distritos, debaixo da influência de homens que não tiveram, encolhido de ordenar as massacres nas prisões. Em tal um momento um Realista constitucional teve raramente mais chance de eleição que um espião descoberto do acampamento do inimigo. O Girondins que tinha sido a festa de extremes na Assembléia Legislativa, era a festa de moderação e ordene na Convenção. Pelo lado deles/delas lá foi devolvido os homens cujo inteiro sendo parecido ser composto fora das forças de conflito, homens que, às vezes sem depravação consciente, levou em político e social lutas que emprego direto, inquestionável de força que tem ordinariamente estado reservado para a guerra ou para a difusão de religioso doutrinas. As diferenças morais que separaram esta festa do Gironde era imediatamente conspícuo: o credo político das duas festas se apareceu no princípio ser muito o mesmo. Monarquia foi abolida, e a França declarou um República (o setembro. 21). Escritório continuou nas mãos do Gironde; mas o espírito veemente, inflexível dos rivais deles/delas, a festa denominada do Montanha, depressa fez sentia em todas as relações de França para Poderes estrangeiros. A intenção de conquista ainda poderia ser negada, como isto tinha sido cinco meses antes; mas era os convertido a liberdade ser negado o direito de se unir às pessoas francesas pelo próprio deles/delas livre
| <- | Contents | -> |