Capítulo 21
motriz-assento. "'Antes que, gole que fora, senhor." Sr. Lavender elevou o acrobata de fluido à boca dele, e bebeu isto fora; só dos sedimentos partidos no bigode dele ele percebeu que isto cheirado de rum e mel. "José", ele disse reproachfully, "você me fez quebrar meu penhor." José sorriu. "Bem, para o que são eles, senhor? Você dormirá a 'ome para-noite." "Nunca", disse Sr. Lavender. "Eu dormirei a Barnet Alto; Eu devo os enderece amanhã lá em abstinência durante a guerra." "Como quiser, senhor. Mas prova e 'ave um cochilo enquanto nós vamos junto." E Piscadela erguendo no carro onde ela se deita encharcado e esvaziou por excitação, com a pétala de uma flor roxa que agarra o preto dela, cheire, ele montou ao assento dele e rebanho fora. Sr. Lavender, durante anos, desacostumado a licor espirituoso do qual ele quase tinha engolido meio um quartilho limpo, passou rapidamente em um estado de coma. Nem fez ele completamente recupere consciência até que ele despertasse em cama na manhã que vem. IV NOS PERIGOS DE UMA VIDA PÚBLICA "A que horas está minha reunião?" pensamento Sr. Lavender vagamente, contemplando a o filtrando claro pela persiana. "Pisque!" O cachorro dele que estava mentindo ao lado da cama dele roendo um osso que com alguns presença de mente na que ela tinha trazido, se elevou e o considerou com a inocência das espécies dela. "Ela tem um ar de loucura divina," pensamento Sr. Lavender "que é muito agradando a mim. Eu tenho um terrível dor de cabeça." E vendo um bellrope se aproximar a mão dele ele puxou isto. Uma voz disse: "Sim, senhor." "Eu desejo ver meu criado, José Petty", disse Lavanda. "Eu não devo requeira qualquer café da manhã obrigado. O que é a população de Barnet Alto?" "Eu estou seguro eu não sei o sobre o qual você está falando, senhor", respondido o expresse que parecia ser isso da empregada dele; "mas você não pode ver José; ele entrou fora com uma pulga na orelha dele. A idéia do o deixar dele adquira seus pés molhados assim!
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