Capítulo 19
"Oh, querido!" dito a senhora velha; "agora você tem seus pés molhados!" "Não é nada", respondeu Sr. gallantly de Lavanda. E vendo que ele já estava molhado, ele enrolou as calças compridas dele, e sustentando os rabos do casaco de holland dele, virado redondo e procedeu para o chapéu dele, para o delícia frenética da multidão. "A guerra é uma lição a nós fazer poucas de pequenas coisas", ele pensou, afiançando o chapéu e torcendo isto fora. "Meus pés estão molhados, mas--quanto mais molhado elas estariam nas trincheiras, se pés podem ser mais molhado que molhado por", ele meditou com um pouco de exatidão. "Abaixo, Pisque, abaixo!" Para Piscadela estava o engessando com os água-marca de alegria e ansiedade. "Nada está isso mesmo bonito como a devoção do próprio "cachorro da pessoa, pensamento, Sr. Lavender, retomando o chapéu, e devolvendo para a costa. O multidão por-agora-considerável estava o assistindo com toda marca de agudo prazer; e o momento se apareceu a Sr. Lavender auspicioso para os endereçando. Sem, então, emergindo da lagoa que ele levado para seu, plataforma, que ele falou como segue: "Circunstâncias em cima das quais eu não tenho nenhum controle me deram a vantagem de sua presença em números que creditam ao coração da nação para qual todos nós pertencemos. No meio da maior guerra que já ameaçado o princípio de Liberdade, eu alegro para ver tantos pessoas capaz seguir os impulsos livres e espontâneos dos seres íntimos deles/delas. Para, enquanto nós temos que nos lembrar que nossa toda hora está à disposição de nosso país, nós não devemos esquecer da máxima de nossos pais: 'Britons nunca será os escravos.' Só preservando a liberdade de indivíduo consciência, e rendendo isto ao mesmo tempo inteiro-heartedly para todo o qual o Estado faz em nós, possa nós esperamos derrota as maquinações dos inimigos de arco de gênero humano." Neste momento uma pequena pedra o deu nitidamente com a mão. "Quem lançou aquela pedra?" dito Sr. Lavender. "O deixe se salientar."
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