Capítulo 16
dedos do pé, saltou em cima de e posto no destino no tórax dele. Subindo com dificuldade, Sr. Lavanda se achou em frente a um homem ancião com um elenco comercial de semblante que disse: "Você está infringindo!" "Eu estou atento disto", devolveu Sr. Lavender e eu imploro seu perdão. Era bastante inadvertido, porém. "Lixo!" dito o homem. "Eu caí da parede." "Você pensa de quem parede é?" dito o homem. "Como eu deveria saber?" dito Sr. Lavender; "Eu sou um estranho." "Fora você vá", disse o homem, enquanto aplicando a bota dele para Piscar. Os olhos de Sr. Lavanda brilharam. "Você pode me" insultar, ele disse, "mas você deve não pontapé meu cachorro, ou eu o farei um dano." "Tente!" dito o homem. "Eu vou", respondeu Sr. Lavender, enquanto se indo o casaco de holland dele. Para que extremidades que ele teria procedido não pode ser contado, para a isto momento a senhora velha que tinha o levado para um pastor se apareceu no caminho, batendo a testa dela com dedo. "Certo!" dito o dono do jardim, o "leve embora." A senhora velha atou a mão dela dentro do braço de Sr. Lavanda. "Venha comigo, senhor", ela disse, "e seu doggie agradável." Sr. Lavender cuja cortesia para senhoras era invariável, se curvou, e retomando o casaco dele a acompanhado pelo 'portão de jardim. "Ele chutou meu cachorro", ele disse; "nenhuma ação poderia ser mais desprezível." "Sim, sim", disse a senhora velha ternamente. "Doggie pobre!" A multidão que tinha esperado para coisas melhores aqui deu abertura para um zombaria prolongada. "Pare!" dito Sr. Lavender; "Eu vou levar uma coleção. "Lá, lá!" dito a senhora velha. "Homem pobre!" "Eu não sei o que você quer dizer por isso, senhora", disse Sr. Lavender, de quem espírito foi despertado; "Eu levarei uma coleção certamente, em os interesses de nossa população." Dizendo assim ele removeu o chapéu dele, e desimpedindo o braço dele da mão da senhora velha, passado fora à multidão,, estendendo o chapéu. Um menino levou isto imediatamente dele, e colocando isto em
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