Capítulo 64
fruta-árvores que entram em flor! Ela teria cachorros e gatos, vá passeio quando o Pai era na cidade. Tia Rosamund viria, amigos, noites de música, ainda dança, talvez--ele dançou formosamente, e amou isto, como fez ela. E os concertos dele--a elação de ser identificado com seu sucesso! Mas, acima de tudo, a excitação de fazer a casa dela tão delicado quanto ela pôde, com experiências ousadas em forma e colour. E ainda, no fundo ela soube que já estar olhando adiante, enquanto proibindo o presente, era um sinal ruim. Uma coisa, a todos os eventos, ela desfrutou--velejando. Eles tiveram dias azuis quando até mesmo o sol de março estava morno, e havia só brisa bastante. Ele seguiu excelentemente bem com o sal velho cujo barco que eles usaram, porque ele era a o dele melhor com povo simples cujo linguagem sobre a que ele poderia entender como muito como eles pudessem entender o seus. Por essas horas, Gyp teve um pouco de reais sensações de romance. O mar era assim azule, as pedras e esporas arborizadas daquela costa Sulista tão sonhador em a terra-neblina luminosa. Inconsciente de "o sal velho", ele poria o braço dele a arredonde; lá fora, ela poderia engolir abaixo o senso dela de forma, e é grato por sentir mais próximo a ele em espírito. Ela fez esforços leais o entender por estas semanas que estava trazendo um certo desilusão. A parte elementar de matrimônio não era a dificuldade; se ela não se fez sinta paixão, ela não se ressentiu com o sua. Quando, depois de um desses abraços, a boca dele enrolou com sorriso um pequeno amargo, como se dizer, "Sim, muito que você me" quer, ela sentiria compunctious e ainda entristecido. Mas a dificuldade se deita mais profundamente--o senso de um insuperável barreira; e sempre aquele recuo fundo, instintivo de se deixar vá. Ela não pôde se deixar seja conhecido, e ela não o pôde conhecer. Por que os olhos dele a fixaram freqüentemente com um olhar fixo que não parecia a ver? Os que o fizeram, no meio de jogar sério, quebram em algum furioso
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