Capítulo 36
Ela quis olhar para ele, mas não pôde. Um tipo esquisito de exultação teve agarrado nela. Este homem teve poder; ainda ela teve poder em cima dele. Se ela desejado ela poderia lhe fazer o escravo dela, o cachorro dela, o encadeie a ela. Ela teve mas oferecer a mão dela, e ele iria nos joelhos dele para beijar isto. Ela tido mas dizer, "Venha", e ele viria donde quer que ele pudesse ser. Ela teve mas dizer, "Seja bom", e ele seria bom. Era ela primeiro experimente de poder; e estava intoxicando. Mas--mas! Gyp nunca pôde seja muito tempo autoconfiante para; em cima dela pensou a maioria dos momentos vitoriosos o sombra de desconfiança. Como se ele lesse o pensamento dela, Fiorsen disse: "Me diga que faça algo--qualquer coisa; Eu farei isto, Senhorita Winton." "Então--volte imediatamente para Londres. Você está se desperdiçando aqui, você, saiba. Você disse assim!" Ele olhou para ela, confuso e transtornado, e murmurou: "Você me perguntou a uma coisa que eu não posso fazer, Senhorita--Senhorita Gyp!" "Por favor--não isso; está como um criado!" "Eu SOU seu criado!" "É que por que você não fará o que eu lhe pergunto?" "Você é cruel." Gyp riu. Ele se levantou e disse, com ferocidade súbita: "Eu não vou longe de você; não pense." Dobrando com o extremo velocidade, ele levou a mão dela, pôs os lábios dele a isto, e virou no salto de sapato dele. Gyp, intranqüilo e surpreso, encarou a mão dela, enquanto ainda formigando do pressão do bigode cerdoso dele. Então ela riu novamente--há pouco era "estrangeiro" ter sua mão beijado--e voltou para o livro dela, sem levando nas palavras. Já era namoro mais estranho que que que seguiu? É dito que o gato fascina o pássaro que deseja comer; aqui o pássaro fascinado o gato, mas o pássaro também foi fascinado. Gyp nunca perdeu o senso de ter a chicote-mão, sempre sentido como uma esmolas dando, ou favour estendendo, contudo teve um sentimento de não poder escapar, o qual, parecia vir da mesma força do feitiço ela se deitou nele.
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