Capítulo 54
artes que invariavelmente a enganaram entretanto ela nunca cansou de ser enganado. Ela temeu morte, e ela viu isto em todos lugares. Quando ela rendeu a prazer, parecia a ela que um dedo frio tocaria de repente o dela no ombro nu, e ela se ficava pálida, e chorou com terror, em os braços que a abraçaram. Nicias disse a ela-- "O que importa, O meu Thais, se nós descemos a noite eterna com fechaduras brancas e bochechas ocas, ou, se este mesmo dia, agora, rindo para o céu vasto, será nossos últimos? Nos deixe desfrutar vida; nós grandemente terá vivido se nós grandemente amamos. Não há nenhum conhecimento a não ser que dos sensos; amar é entender. Que que nós não saiba não exista. Que bem é para se preocupar aproximadamente nada?" Ela respondeu furiosamente-- "Eu menosprezo os homens como você, que esperam para nada e medo nada. Eu desejo saber! Eu desejo saber!" Para entender o segredo de vida, ela fixou para trabalhar para ler o livros dos filósofos, mas ela não os entendeu. O adicional os anos da infância dela retrocederam dela, o mais ansioso ela era os recordar. Ela amou à noite a travessia, em disfarce, as ruelas, quadrados, e lugares para cima onde ela tinha crescido tão miseravelmente. Ela sentia muita ela tinha perdido os pais dela, e especialmente que ela não tinha sido capaz os amar. Quando ela conheceu qualquer padre Cristão, ela pensou nela batismo, e sentia aborrecido. Uma noite, quando envolveu dentro um longo encapote, e o cabelo justo dela escondido debaixo de um capuz preto, ela estava vagando, de acordo com costume, sobre os subúrbios da cidade, achou ela ela--sem saber como ela veio lá--antes do pobre pequeno igreja de St. o João Batista. Eles estavam cantando dentro da igreja, e uma luz luminosa brilhou pelas rachas da porta. Havia nada estranho nisso, como, durante os últimos vinte anos, os cristãos, protegido pelo conquistador de Maxentius, tinha solenizado publicamente o deles/delas festivais. Mas estes hinos pareciam mais como uma atração ardente para o
| <- | Contents | -> |