Capítulo 21
e figos à venda, ou com muitos gemidos e lamentações, implorou um obolus. Uma mulher velha em trapos que estavam ajoelhando lá agarrou a batina do monge, beijado isto, e disse-- "Homem do Deus, me abençoe, aquele Deus pode me abençoar. Eu sofri muitos coisas neste mundo que eu posso ter alegrias no mundo vir. Você venha de Deus, O o homem santo, e isso é por que o pó de seus pés é mais precioso que ouro." "O Deus seja elogiado!" dito Paphnutius, e com a mão meio-fechada dele ele feito o sinal de redenção na cabeça da mulher velha. Mas quase não o teve ido vinte passos rua abaixo, que uma faixa de crianças começaram a zombar dele, e lança pedras, enquanto chorando-- "Oh, o monge mau! Ele é mais preto que um macaco, e mais enfrentado que uma cabra! Ele é um skulker! Por que não o pendura em um pomar, como um de madeira Priapus, amedrontar os pássaros? Mas não; ele utilizaria abaixo o granizo a maçã-flor. Ele traz azar. Para os corvos com o monge! para os corvos!" e pedras entrosaram com os gritos. "Meu Deus, abençoe estas crianças pobres!" Paphnutius murmurado. E ele procurou o modo dele, enquanto pensando. "Eu fui adorado pela mulher velha, e odiou e menosprezado por estes crianças. Assim o mesmo objeto é apreciado diferentemente por homens que são incerto no julgamento deles/delas e sujeito a a erro. Deve ser possuído que, para um Timocles Pagão, velho não era destituído de senso. Embora cortina, ele, sabido ele era privado de luz. O raciocínio dele era muito melhor que isso destes idólatras que choram das profundidades da escuridão grossa deles/delas 'eu veja o dia!' Tudo neste mundo é miragem e areia comovente. Deus só é firme." Ele atravessou a cidade com passos de correnteza. Depois de dez anos de ausência ele ainda reconheceria toda pedra, e toda pedra era a ele uma pedra de repreensão que recordou um pecado. Por isso ele golpeou o nu dele pés asperamente contra as kerb-pedras da rua larga, e alegrou ver as marcas sangrentas dos pés feridos dele. Partindo na esquerda dele o
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