Capítulo 1
CONTEÚDOS SEPARE EU. O LOTO SEPARE II. O PAPIRO O BANQUETE O PAPIRO (retomou) SEPARE III. A ERVA-DE-COBRA THAIS SEPARE O PRIMEIRO--O LOTO Por esses dias havia muitos ermitões que moram no deserto. Em ambos bancos do Nilo numerosas cabanas, construídas por estes moradores solitários, de filiais se mantidas unido por barro, se espalhou a uma pouca distância de um ao outro, de forma que os habitantes poderia viver só, e ainda ajuda um outra no caso de necessidade. Igrejas, cada sobrepujado por uma cruz, estavam aqui e lá entre as cabanas, e os monges se reuniram a eles a cada festival para celebrar os serviços ou participar da Comunhão. Lá também era, aqui e lá nos bancos do rio, monastérios onde o cenobites moraram em celas separadas, e só se encontrou junto que eles possa o melhor desfrute a solidão deles/delas. Ermitões e cenobites conduziram vidas abstêmias, enquanto não levando nenhuma gaveta de comida depois de pôr-do-sol, e comendo nada mais que pão com um pequeno sal e hyssop. Alguns se aposentaram no deserto, e conduziu um ainda vida mais estranha em alguma caverna ou tumba. Tudo viveram em temperança e castidade; eles usaram uma camisa de cabelo e um capuz, dormido no chão nu depois de vigilância longa, rezou, cantou salmos, e, em resumo, gasto os dias deles/delas em trabalhos de penitência. Como uma compensação para pecado original, eles recusaram não só o corpo deles/delas todos os prazeres e satisfações, mas até mesmo aquele cuidado e atenção que nesta idade são julgado indispensável. Eles acreditaram que as doenças de nossos sócios purifique nossas almas, e a carne não poderia vestir nenhum adorno mais glorioso que feridas e úlceras. Assim, eles pensaram que eles cumpriram as palavras de o profeta, "O deserto alegrará e florescerá como a rosa." Entre os habitantes do Thebaid santo, havia alguns que passado os dias deles/delas em asceticismo e contemplação; outros ganharam o deles/delas sustento entrançando fibra de palma, ou trabalhando a colheita-tempo para
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