Capítulo 50
animal, ele ouviu um som de lamentar ao longe. Alcançou o seu orelhas embora o trovão ainda rolasse e o vento ainda soprou. Ele acelerado para a mancha da qual o som parecia vir. Lá, na ladeira, tentando escalar para cima fora da escuridão do vale, ele achou Bertalda. A moça estava alegre de ver Huldbrand para se lembrar como mas ultimamente ele tinha a enfurecido. Ela o agarrada, enquanto o chamando o entregador dela, ela, cavaleiro, para também a ela o vale tinha estado cheio de formas horríveis e visões estranhas. A acalmando com palavras de tipo, Huldbrand conduziu a moça para seu cavalo. Mas nenhum mais cedo fez o animal veja o mestre dele se aproximar com Bertalda em o braço dele que começou a criar, enquanto batendo o ar loucamente com seu forefeet. Não era possível montar Bertalda, e o cavaleiro se rendeu logo o tentativa. Ele puxou o cavalo suavemente adiante pela rédea, enquanto com o outro braço dele ele apoiou a moça medrosa. Mas Bertalda, entretanto ela estava ansiosa para escapar do vale escuro, poderia caminhar mas lentamente, e a cada passo a força dela cultivou menos. Para Kuehleborn tinha tocado muitas brincadeiras para ela antes que ela tinha sido achada. A tempestade também tinha contundido a forma esbelta dela. A comprimento ela deslizou do braço do cavaleiro, e caindo na grama, ela suspirou, 'me, cavaleiro nobre, Deixe me deixe sofrer o castigo Eu mereço.' 'Eu nunca o deixarei, querido Bertalda', chorou o cavaleiro. Como ele raio, o corcel começou a mergulhar até mesmo mais furiosamente que antes de. Isto era impossível para Huldbrand controlar o animal. Tudo que ele poderia fazer era forçar isto alguns passos fora donde a posição inicial, porque ele temeu para que não o cavalo deveria a pisotear a morte. Ele tinha ido mas alguns passos quando ele a ouviu chamando a ele, 'Huldbrand, Huldbrand, não me deixam só', para já tudo ela coragem tinha diminuído. Como hesitou ele, o cavaleiro ouviu as rodas de um estrondo de vagão lentamente
| <- | Contents | -> |