Capítulo 70
Agora todo o tempo ele estava no trabalho, o Bispo acaricie macaco sentou, enquanto fitando atentamente aos procedimentos dele, nunca tirando os olhos dele. Se o pintor estava apertando os tubos dele, misturando o colours dele, batendo os ovos dele, ou se deitando no colour com a escova dele na superfície úmida, o criatura nunca perdeu um dos movimentos dele. Era um babuíno trazido de Barbary para o Doge de Veneza em um das Galeras Estatais. O Doge feito um presente disto ao Bispo de Arezzo que agradeceu o seu Magnificência, o lembrando lindamente como Rei no que os navios de Solomon tiveram como moda importada da terra de macacos de Ophir e pavões, como é relacionado no Primeiro Livro de Reis (x. 22). E não havia nada em tudo o Palácio dele que Bispo Guido segurou mais precioso que este babuíno. Ele deixou o animal para vagar a liberdade sobre os corredores e jardins onde estava para sempre a algum truque danoso ou outro. Um domingo, durante a ausência do pintor, a criatura subiu no andaime, se deitou segure dos tubos, misturado para cima o colours de certo modo de seu próprio, quebrou tudo os ovos que poderia achar, e começou a manipular a escova na parede, como isto tinha visto o outro faça. Trabalhou fora a Rei o Melchior e o cavalo dele, nunca partindo fora gaveta a composição inteira foi repintado de acordo com suas próprias idéias. Manhã que vem Buffalmacco, achando o colours dele todo o topsy-turvy e seu, trabalho deteriorou, era ambos afligidos e bravo. Ele foi persuadido algum pintor de Arezzo que teve ciúmes da habilidade superior dele tinha tocado isto para ele golpe baixo, e foi diretamente para o Bispo reclamar. O posterior lhe urgido que fixasse trabalhar novamente e consertar com toda a velocidade o que tinha sido arruinado tão misterioso até certo ponto. Ele empreendeu que para o futuro dois soldados deveriam manter noite de guarda e dia antes dos frescos, com ordens para dirigir as lanças deles/delas por qualquer um que deveria ousar vir
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