Capítulo 45
o visto pela primeira vez eu sentia que eu era ser seu, assim não era valor enquanto demorando. Eu não lamento isto. Sim?" O táxi parou a uma distância curta das fortificações, na frente, de uma grade de jardim. Esta grade que não tinha sido pintada por muito tempo estava em um parede enfrentou com seixos, baixo e largo bastante para permitir de crianças se empoleirando nisto. Foi escondido meio-modo para cima por uma folha de passe a ferro com uma extremidade dentada, e suas espigas enferrujadas não subam mais que dez pés sobre o chão. No centro, entre dois pilares de alvenaria, sobrepujado por vasos de elenco-ferro, a grade formou um portão que abre dentro o meio, cheio em por sua mais baixa parte, e forneceu, no lado de dentro, com venezianas de slatted carcomidas. Eles desceram do táxi. As árvores do bulevar, em quatro diretamente linhas, ergueu os esqueletos delicados deles/delas na névoa. Eles ouviram, pelo silêncio largo, o chocalho diminuindo do táxi deles/delas, em seu modo atrás para a barreira, e o trotando de um cavalo que vem de Paris. "Como escuro o país é!" ela disse, com um calafrio. "Mas, meu bem, o de de Bulevar Villiers não é o país." Ele não pôde abrir o portão, e a fechadura rangeu. Irritado pelo soe, ela disse: "Abra, faça: o barulho está seguindo meus nervos." Ela notou que o táxi que tinha vindo de Paris tinha parado próximo a casa deles/delas, a sobre a décima árvore donde ela estava de pé; ela olhou a o magro, cozinhando em vapor cavalo e o motorista roto, e perguntou: "O que é aquela carruagem?" "É um táxi, meu acaricie." "Por que pára aqui?" "Não parou aqui? Está parando em frente à próxima casa." "Não há nenhuma próxima casa; há só um lote desocupado." "Bem, então, parou em frente a um lote desocupado. O que mais possa eu lhe fale?" "Eu não vejo ninguém saindo disto." "O motorista está esperando talvez por uma tarifa." "Isso que, em frente a um lote desocupado!"
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