Capítulo 1
ATMA. UM ROMANCE POR A.C.F. (CAROLINE AUGUSTA FRAZER) "Quando atman (nom. cante. Atma) acontece em tratados filosóficos... geralmente foi traduzido por alma, mente, ou espírito. Eu tentei eu para usar um ou outro destas palavras, mas o oftener eu os empregado o mais eu sentia a insuficiência deles/delas, e foi dirigido a último adotar... Ego como o menos sujeito a a entender mal." _Max Muller, em Revisão de americano de Norte para June_, 1879. MONTREAL: JOHN LOVELL & SON, 23 ST. NICHOLAS STREET. Entrado de acordo com Ato de Parlamento no ano 1891, por JOHN LOVELL, & FILHO, no escritório do Ministro de Agricultura e Estatísticas a Ottawa. ATMA CAPÍTULO EU. O que Decadência sempre esteja bonita! Como macio a saída do dia agonizante, A estação agonizante também, sua desordem É ouro e escarlata, cores de misrule alegre,, Assim em alegria festiva pode falecer; Enfraquecer é excelente em terra ou ar, Com isto nenhum abril brotando pode comparar, Nem junho fragrante com horas amor-carregadas longas; Doçura é decadência nos pavilhões quietos Onde canções de verão e mirth estão caídos adormecido, E docemente a aflição quando enfraquecendo violetas lamentam. O que entre coisas mais querido na míngua deles/delas Nosso poder de fés caído numerado é, aquele assim Religiões apreciaram pela hora deles/delas de aflição Poderia demorar círculo o fane deus-deserto, E os adoradores são contrário a a licença e rezam Aquele retorno de poder antigo, até lá possa Emita uma virtude, e a fé reavive E santidade está lá, e toda a esfera Seja enchido de altares felizes onde prosperarão As plantas místicas de fé e espera agüentar Frutificação imortal de doce caridade; Porque eu acredito que toda devoção, E toda sede para verdade é presente divino, Os presentes de Deus não são a mim sujo
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