Capítulo 83
discute: "Nós não podemos completamente conceber espaço como saltado--como finito; quer dizer, como um todo além que não há nenhum espaço adicional." E Herbert Spencer ecoa aprovadamente: "Nós totalmente nos achamos incapaz imaginar além de saltos que não há nenhum espaço." Agora, qualquer a pessoa pode ser inclinado para pensar na infinidade de espaço, está claro que este argumento é um absurdo. Me deixe escrever isto fora mais a comprimento: "Nós não podemos completamente conceber espaço como saltado--como finito; quer dizer, como um todo _in o além de space_ que não há nenhum espaço adicional." "Nós nos achamos totalmente incapaz para imagine saltos, _in o além de space_ que não há nenhum espaço adicional." As palavras que eu somei já estavam implicitamente presentes. Que lata a palavra "além de" média se não significa além espacial? Isso que Senhor O William e Sr. Spencer nos pediram que façamos é imaginar um limitado espace com um _beyond_ e ainda beyond_ de _no. Há alguma razão indubitavelmente por que os homens estão tão prontos para afirmar isso espaço é infinito, até mesmo enquanto eles admitem que eles não sabem que o mundo de coisas materiais é infinito. A isto voltaremos nós novamente depois. Mas se a pessoa desejar afirmar isto, é melhor fazer assim sem dando uma razão que é apresentar tais argumentos como o anterior. 25. ESPACE COMO INFINITAMENTE DIVISÍVEL.--Para mais de dois mil anos os homens estiveram atentos que certas dificuldades muito sérias parecem prender para a idéia de movimento, quando nós admitimos uma vez que aquele espaço é infinitamente divisível. Manter que nós podemos dividir qualquer porção de espaço para cima em últimos elementos que não se são espaços, e que têm nenhum extensão, parece repugnante à idéia que todos nós temos de espaço. E se nós recuse admitir esta possibilidade lá parece não ser nada deixado a nós mas segurar que todo espaço, porém pequeno, pode ser teoricamente
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