Capítulo 63
nossos sensos. Nós respondemos por fenômenos recorrendo a outros fenômenos o qual nós temos razão para concordar como as condições físicas deles/delas ou causas. Nós não consideramos que uma causa física só é efetiva enquanto nós perceba. Quando nós voltamos a esta noção de nosso perceber um coisa ou não percebendo isto, nós partimos o objetivo ordene e passou em cima de para o subjetivo. Nós deixamos a consideração de "coisas" e virou a sensações. Não há nenhuma razão por que nós deveríamos fazer isto. A ordem física é um ordem independente, como vimos nós. O homem de ciência, quando ele é empreendendo descobrir se alguma coisa ou qualidade de uma coisa realmente existido em algum momento no passado, não está nos menos interessaram para estabeleça o fato que algum a pessoa viu isto. Ninguém já viu o primitivo fogo-névoa de qual, como somos falados nos, o mundo entrou em ser. Mas o cientista quer pequeno isso. Ele só está preocupado para provar que os fenômenos que ele realmente está investigando têm um lugar dentro o ordem objetiva. Se ele decide que eles têm, ele está satisfeito; ele tem provado para algo que existir. _To pertencem à ordem objetiva é exista como uma coisa física ou quality_. Quando o homem claro e o homem de ciência mantêm que um físico coisa existe, eles usam a palavra em precisamente o mesmo senso. O significando eles dão a isto é o próprio significado da palavra. É justificado por uso imemorial, e marca uma real distinção. Deva nós permitimos o filósofo para nos falar que nós não devemos usar isto nisto sente, mas tem que dizer que só sensações e idéias existem? Seguramente não. Isto significaria que nós lhe permitimos obliterar para nós a distinção entre o mundo externo e o que é mental. Mas é isto direito para usar a palavra "experiência" para indicar os fenômenos o qual têm um lugar na ordem objetiva? Enlate uma experiência seja qualquer coisa mas mental?
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