Capítulo 50
negado. Assim nosso problema muda sua forma. Nós já não perguntamos: Está lá um mundo externo? mas bastante: _What_ é o mundo externo, e como difere do mundo de meras idéias? [1] "a Gramática de Ciência", 2d Ed., Londres, 1900, pp. 60-63. CAPÍTULO IV SENSAÇÕES E "COISAS" 15. SENSO E IMAGINAÇÃO.--Todo a pessoa distingue entre coisas percebido e coisas só imaginaram. Com olhos abertos eu vejo a escrivaninha antes de mim; com olhos fechados, eu posso imaginar isto. Eu ponho minha mão nisto e sinta; Eu posso, sem pôr minha mão nisto, imagina que eu sinto isto. Eu elevo meus olhos, e vê os quadros defronte na parede eu; Eu posso sente aqui e chame antes de minha mente a imagem da porta por qual o em casa é entrada. O que é a diferença entre senso e imaginação? Deve ser um diferença da qual nós estamos todo de alguma maneira conscientes, porque nós unhesitatingly distinga entre as coisas nós percebemos e as coisas nós somente imagine. É bem se lembrar ao início que as duas classes de experiências não são completamente diferentes. A cor azul que eu imagino parece azul. Não perde esta qualidade porque só é imaginário. O cavalo que eu imagino parece ter quatro pernas, como um cavalo percebeu. Como eu chamo isto antes de minha mente, parece tão grande quanto o real cavalo. Nem a cor, nem o tamanho, nem a distribuição de partes, nem qualquer outro atributo do tipo parece ser diferente dentro o objeto imaginário do que está no objeto como determinado dentro sensação. As duas experiências são, não obstante, não o mesmo; e todo um sabe que eles não são o mesmo. Uma diferença que asperamente marca fora as duas classes de experiências de um ao outro é que, como uma regra, nossos senso-experiência são mais vívido que é as imagens nas que existem a imaginação. Eu digo, como uma regra, porque nós sempre não podemos observar esta diferença. Sensações podem estar muito claras e inconfundíveis, mas eles também podem ser
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