Capítulo 43
somente deseja mostrar há pouco aqui que a dúvida não seja uma gratuita, mas realmente é sugerido à mente pensativa por uma reflexão em nosso experimente de coisas. E, como nós somos todo hábeis pensar que o homem de ciência é menos determinada a se atarefar com sutilezas inúteis que é o filósofo, eu devo, antes de fechar este capítulo, apresente alguns parágrafos no assunto da caneta de professor de matemática e mecânicas. 14. A "ESTAÇÃO TELEFÔNICA."--"Nós somos acostumados para falar", escreve Professor Karl Pearson,[1] "do 'mundo externo', do 'realidade' fora de nós. Nós falamos de objetos individuais que têm uma existência independente de nosso próprio. A loja de senso-impressão passados, nosso pensamentos e recordações, embora provavelmente eles têm ao lado do deles/delas elemento de psychical uma correspondência íntima com alguma mudança física ou impressione no cérebro, ainda é falado de como _inside_ nós mesmos. No outra mão, embora se um nervo sensório seja dividido em qualquer lugar com falta de o cérebro, nós perdemos a classe correspondente de impressão de senso, nós contudo fale de muitos senso-impressão, como forma e textura, como existindo, fora de nós mesmos. Como íntimo então pode nós na verdade adquirimos a isto suposto mundo fora de nós mesmos? Da mesma maneira que próximo mas nenhum mais próximo que o cérebro términos dos nervos sensórios. Nós estamos como o balconista dentro o central estação telefônica que não pode se pôr mais próximo aos clientes dele que o fim dele dos arames de telefone. Nós realmente somos piores fora que o balconista, para para leve a cabo a analogia corretamente nós o temos que supor _never ter sido fora da estação telefônica, nunca ter visto cliente ou qualquer um como um cliente--em resumo, nunca, exclua pelo telefone telegrafe, ter entrado em contato com o universe_ externo. Disso 'real' universo fora dele ele poderia formar nenhum direto
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