Capítulo 39
coisa, lá fora em espaço antes do corpo dele. Ele não pensa de ele como ocupado com meras imagens, representações do objeto. Ele pode estar disposto admitir que a mente dele está na cabeça dele, mas ele não pode pense que o que ele vê está na cabeça dele. O objeto não é _there_? faz ele não _see_ e _feel_ isto? Por que duvide tal evidência como isto? Ele que lhe fala que o mundo externo não existe parece ser negando o que é imediatamente determinado na experiência dele. O homem em que olha deste modo para coisas assume, claro que, que o objeto externo é diretamente conhecido, e não é um algo somente deduzido para existir da presença de uma imagem representativa. Possa um abraça esta convicção e abandona o outro? Se nós elegemos para fazer isto, nós parecemos estar imediatamente em dificuldades. Todas as considerações que nos feito distinguir tão cuidadosamente entre nossas idéias de coisas e o coisas que eles aglomeram dentro em nós. Enlate é que nós sabemos coisas independentemente das avenidas dos sensos? Vá um homem com diferente sensos sabem coisas da mesma maneira que nós fazemos? Como enlate qualquer homem sofra um alucinação, se não são deduzidas coisas de imagens, mas é conhecido independentemente? As dificuldades encontradas se aparecem suficientemente sérias até mesmo se nós mantenha àquele conhecimento de coisas que parecem ser dado em comum experiência. Mas até mesmo o homem claro ouviu falar de átomos e moléculas; e se ele aceita que a extensão de conhecimento o ofereceu pelo homem de ciência, ele tem que admitir que, tudo que isto aparentemente imediatamente coisa externa percebida pode ser, não pode ser a coisa externa que ciência o assegura está lá fora em além de espaço o corpo dele, e o qual deve ser um tipo muito diferente de coisa da coisa para a que ele parece perceba. A coisa que ele percebe deve, então, seja _appearance_; e onde lata que aparecimento é se não na própria mente dele?
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