Capítulo 12
e lá tinha entrado pelo menos em existência os começos disso que nós agora às vezes bastante livremente chame as ciências mentais e morais. Em os trabalhos do discípulo de Sócrates o Platão (428-347 A.C.) e nesses de O discípulo de Platão o Aristóteles (384-322 A.C.), justiça abundante é feita estes campos de atividade humana. Estes dois, o maior entre o Filósofos gregos, difira de um ao outro em muitas coisas, mas é merecedor de observação que eles ambos parecem considerar a esfera inteira de conhecimento humano como a província deles/delas. Platão se interessa muito mais pelas éticas que no físico, mas ele, não obstante, tatos chamaram para dar uma conta de como o mundo foi feito e fora de que tipo de elementos. Ele evidentemente não leve a própria conta dele muito seriamente, e reconhece que ele é em chão incerto. Mas ele não considera o assunto além de seu jurisdição. Como para Aristóteles que o homem maravilhoso parece ter achado isto possível para represente toda ciência conhecida ao tempo dele meritoriamente, e ter marcado fora vários campos novos para os sucessores dele cultivar. A filosofia dele físicas de coberturas, cosmologia, zooelogy, lógica, metafísicas, éticas,, psicologia, políticas e economias, retórica e poetics. Assim nós vemos que a tarefa do filósofo era muito o mesmo ao período do desenvolvimento mais alto da filosofia grega que teve sido mais cedo. Era suposto que ele dava conta do sistema de coisas. Mas a noção do que pretende dar uma conta do sistema de coisas necessariamente tinha sofrido alguma mudança. O filósofo teve que ser algo mais que um filósofo natural. 3. FILOSOFIA COMO UM GUIA PARA VIDA.--Ao fim do quarto século antes de Cristo lá surgiu as escolas dos Estóico, o Epicureans,, e os Céticos. Neles nós parecemos achar uma concepção um pouco nova de filosofia--filosofia se aparece como principalmente um guia a vida. O Estóico enfatiza a necessidade de viver "de acordo com natureza", e mora no caráter do homem sábio; o Sensual fornece certo
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