Capítulo 28
casa sobre o meio do bloco, com um trinco-chave. O detetive olhado ao número da casa, e sentia entristecido--era o número que foi escrito na nota! E Sr. Wynne tinha entrado com uma chave! Que significou, em toda a probabilidade que ele _did_ vivem lá, como ele tinha dito! Mas por que fez ele objeto pegado que passeio de táxi inútil para cima Quinta Avenida? Se ele tivesse nenhuma objeção para qualquer um que sabe o endereço dele, por que ele saiu tão distante do modo dele? Sr. Birnes não pôde dizer. Como ele ponderou estas perguntas ele viu um empregada-criado sair de uma casa que junta que que Sr. Wynne tinha entrado, um ele subiu para a questionar corajosamente. Um Sr. Wynne viveram próxima porta? Sim. Quanto tempo ele tinha vivido lá? Cinco ou seis meses. Ele possuiu a casa? Não. As pessoas que possuíram a casa tinha ido para a Europa por um ano e tinha alugado forneceu. Não, Sr. Wynne não teve uma família. Ele viveu só lá com exceção de dois criados, cozinheiro e uma criada doméstica. Ela nunca tinha notado qualquer coisa incomum sobre Sr. Wynne, ou os criados, ou a casa. Sim, ele foi fora diariamente, o centro da cidade para negócio. Não, ela não soube isso que seu negócio era, mas ela teve uma idéia que ele era um corretor. Isso era tudo. De um próximo-por cabina telefônica o detetive detalhou Claflin e Malone que tinha voltado ao escritório para manter um relógio afiado em a casa depois da qual ele caminhou em para Quinta Avenida, e abaixo Quinto Avenida para o estabelecimento da H. Latham Companhia. Sr. Latham o veria--sim. Na realidade, Sr. Latham, saqueado pelos eventos de, as últimas duas horas, desnorteadas por um cem-milhão-dólar diamante, transação que tinha sido empurrada abaixo o gracefully de garganta dele, mas nenhum o menos certamente, e montado pela curiosidade mais aguda, foi deleitado ver Sr. Birnes. "Eu tenho o endereço de casa dele certo", Sr. Birne ostentou, no começando. Claro que estava contra as éticas da profissão para
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