Capítulo 57
exceção para a regra geral. As tradições da arte são muitos e curioso. Durante o momento mais crítico da falsificação do espada, quando a extremidade de aço está sendo soldada no corpo do ferro lâmina, é um costume que ainda obtém entre antiquado armourers para vestir o boné e roupões usados pelo Kuge, ou nobles de o tribunal do Mikado, e, fechando as portas do seminário, labutar, em segredo e liberdade de interrupção, a meia escuridão em somando o mistério da operação. Às vezes a ocasião é investida até mesmo com uma certa santidade, uma corda de tasselled de palha, como é pendurado antes os santuários do Kami, ou deuses nativos de Japão, estando suspenso, entre dois bambu propele na forja que para o nonce é convertido em um altar santo. A Osaka, eu vivi defronte a um Kusano Yoshiaki, um swordsmith, um cavalheiro mais inteligente e amável que era famoso ao longo de seu bairro para as ações boas e caridosas dele. A idéia dele era isso, tido sido criado até uma chamada que comercia em vida e morte, ele, era encadernado, tão longe como nele posição, reconciliar para isto buscando, alivie o sofrimento que está no mundo; e ele levou a cabo dele princípio para a extensão de se empobrecer. Nenhum neighbour já atraído em vão a ele para ajuda tendendo o doente ou enterrando o morto. Nenhum mendigo ou lazar já foram virados da porta dele sem recebendo alguma marca da generosidade dele, se em dinheiro ou em tipo. Nem era a honestidade escrupulosa dele menos notável que a caridade dele. Enquanto outros ferreiros estão no hábito de ganhar somas grandes de dinheiro por falsificando as marcas dos fabricantes famosos de velho, ele era capaz para ostentação que ele nunca tinha se mostrado uma arma que agüentou qualquer outra marca que o próprio dele. Do pai dele e os antepassados dele ele herdou o seu comercie que, na volta dele, ele entregará para o filho dele--um homem trabalhador, honesto, e robusto, o estrépito de de quem martelo e bigorna pode ser tida notícias de alvorada a pôr-do-sol.
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