Capítulo 63
pensar em uma coisa para dizer, oferecido as bagas silenciosamente, e Verônica exclamado em delícia: "Você querida coisa", ela disse, enquanto levando a cesta delicada em uma mão e cabo pegador da mão de Sahwah com o outro. "Você é tão bom a mim," ela sussurrou, enquanto apertando a mão que ela segurou e olhando para Sahwah com olhos largo-abertos, sinceros. "Venha, sente em minha cama, e faça minha dor de cabeça ir fora, como você fez uma vez antes." Sahwah se sentou ao lado dela e alisou a testa de palpitação dela com ilumine, dedos calmantes que tiveram um poder mágico para encantar dores fora e dores. Como ela trabalhou em cima de Verônica e pegou a doçura, direto, relances dos olhos dela todas suas dúvidas relativo a ela desapareceram, e em o lugar deles/delas veio incerteza lá sobre se ela não teve está sofrendo debaixo de uma ilusão que tarde. Tido ela realmente ouviu o anel de telefone e Verônica respondem isto? Se audição tivesse jogado algum estranho engane nela? Ela parecia ser perfeitamente desperte e na mente certa dela em outros cumprimentos. As meninas não tinham notado nada evidentemente estranho sobre as ações dela quando ela saiu da casa, nem mesmo Nyoda, o afiado perspicaz. Claramente ela não tinha estado entrando no sono dela. Ela teve certamente ouvido o telefone tocar; ela tinha ouvido a Verônica certamente responda. Ela tinha entendido toda palavra que ela perfeitamente tinha dito; o corredor tinha estado absolutamente imóvel. E ainda--ela não tinha ouvido a Verônica ir fora de qualquer porta! Ela se lembrou que distintamente, menos o primeiro dela impulso tinha sido esperar até que a Verônica tinha saído da porta da frente e então a cuida. Era impossível não ter ouvido a frente porta aberto; uma dobradiça estava enferrujada e emitiu um grito escuro toda vez a porta abriu. Mas se ela tivesse saído da porta dos fundos os outros teria a visto e não teria dito que ela era do andar superior nela
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