Capítulo 55
conclusão da entrevista não emparelhou o começo e o homem jovem estava se pondo tedioso, ela bateu o portão na face dele e passou despercebido atrás no jardim onde ele a viu desapareça dentro a escuridão. Ela afetou a mão dela, ao lado de uma safira no dedo anular dela, um gota de sangue. Na câmara dela, como ela esvaziou um jarro de água em cima de as mãos dela para lavar a mancha, ela não pôde ajudar refletindo como toda gota de sangue nas veias deste homem jovem seria derramada para ela sempre que ela deveria dar a palavra. E o pensamento fez o sorriso dela. Naquele momento, se ele tivesse estado lá, naquele quarto, ao lado dela, pode estar ela não o teria despachado. XV O Jean se apressou a pista e começou fora por país dentro tal um estado de exaltação alta como o roubado de todos os sensos de realidades e baniu toda a consciência se de alegria ou dor. Ele teve nenhuma recordação do que ele tinha estado antes do momento quando ele beijou a mão da atriz; ele parecia um estranho a ele. Nos lábios dele demorou um gosto que mexeu fantasias voluptuosas, e cresceu mais forte como ele os apertou um contra o outro. Manhã que vem foi dissipada a intoxicação dele e ele recaiu em depressão profunda. Ele se falou que a última chance dele teve sido ido. Ele percebeu que o portão pendeu com videira selvagem e hera estava fechada contra ele por aquela mão descuidada, caprichosa mais firmemente e mais inexoravelmente que alguma vez poderia ter sido pelo parafusos e barras da virtude mais melindrosa. Ele sentia instintivamente que o beijo dele tinha mexido nenhum promptings de desejo que ele teve sido impotente para ganhar qualquer cabo nos sensos do amante dele. Ele tinha esquecido o que ele disse, mas ele soube que ele tinha falado fora em toda a sinceridade honesta do coração dele. Ele tinha exposto o seu ignorância do mundo, o candour desprezível dele. O dano era irreparável. Qualquer um poderia estar mais infeliz? Ele tinha perdido
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