Capítulo 71
ele viu o abismo em baixo dos pés dele. "O que! ele disse a ele, onde eu vou? O que estou fazendo eu? EU, UM padre, ministro do altar, que eu deveria estar àquele ponto um escravo de pecado; Eu continuarei me lançando de escuridão para escuridão até o queda definida e final. Oh! Domine, me pare, venha a minha ajuda; não sofra isto vergonha e este crime." Mas ele alterou a mente dele. Quando o diabo teve sucesso trazendo uma alma para peque, não há nenhum artifício ele não usa para o encobrir anteriormente, e para desvie o pensamento dele de tudo capaz de fabricação ele veja o infeliz declare em qual ele é. Isso é o que a Igreja ensina. Logo ele viu esta paixão debaixo de um aspecto novo, e ele se perguntou por que ele não tido o direito para amar. Todos os santos não tinham amado? Não tido St. Jerome St. amado a Paula? Não tido o Francis de o Sales amou de de Senhora Chantal? Não tido Fenelon amou a Senhora Guyon? St. Theresa, o diretor espiritual dela, e Venillot, o cozinheiro dele? Não havia dois tipos de amor? O etéreo, ideal, puro, seraphic ame, o amor da criatura grato para o trabalho perfeito do criador; amor platônico, livre de toda a impureza, permitiu o virtuoso confessor para o penitente virtuoso dele, o amor do homem sábio na realidade; ou--o outro. Então com aquela arte do rhetorician que sagrado escolasticismo ensina a todo Levite, ele disse a ele, "Sim, eu posso ame, para isto é o amor imaculado dos anjos." Mas a consciência dele protestou e chorou a ele: "É o outro!" XXXI. A VIRGEM. "Em qualquer lugar estava eu, tudo que ocupação que eu impus em mim, eu, não pôde pensar em mulheres, a visão, de uma mulher me fez tremer. Como muitas vezes subi eu à noite, tomado banho em suor, firmar minha boca, em nossas plataformas, se sentindo pronto sufocar." A. DE MUSSET (_Confession d'un enfant du Siecle_). Era o outro. Lhe obrigaram logo a que confessasse isto a ele; para sono abandonou o sofá dele.
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