Capítulo 46
Ela era um desse a visão só de quem é o mais brilhante e o mais perigoso de espetáculos, e quem, como outros, que destila santidade e bênçãos de céu, derrame ao redor deles um perfume de amor. O fogo luminoso do coração deles/delas lustra fora no olhar deles/delas; se revela no som da voz deles/delas, nos gestos deles/delas e no passeio deles/delas. Tudo neles é macio, trêmulo, apaixonado. Doces criaturas que vêem só uma meta em vida, ame, e, quando a meta é perdida, morte. Há mulheres que são mas meio mulheres. Eles são reconhecidos depressa; vulgar e desajeitado, eles escondem debaixo das anáguas desajeitadas deles/delas os instintos de tripule, e é exibida masculinidade até o buquê deles/delas. Eles formam o coorte fantástica de mulheres instruídas, dos discípulos de Stuart Mill e rivais de Senhorita Taylor, naturezas híbridas que podem possuir um coração de ouro e uma alma varonil, mas é incapaz de ser a alegria do forno. Outros são as mulheres às gorjetas das unhas róseas deles/delas, para a raiz do deles/delas cabelo abundante; mulheres acima de tudo pelas faltas deles/delas, quer dizer o deles/delas fraquezas, e esta fraqueza é um das atrações deles/delas. Impressionável e facilmente conduziu, eles se tornam, de acordo com os ambientes que os seguram e o destino que urge os, heroínas ou santos, cortesã ou freiras, mas invariavelmente mártires daquele déspota de cortina, o coração deles/delas. Eles são Magdalene ou St. a Theresa, de de Senhora Guyon ou Heloise, a freira em ame com Jesus ou a menina clara apaixonado com o passante. Por um segundo o padre tinha entendido esta doce natureza, ou bastante ele teve sentia isto, e as narinas tremendo dele inalaram o perfume agudo de prazer, enquanto o olhar dele estava perdido em êxtase. Era mas um flash, mas se em baixo do olho alerto do Capitão se apareceu impossível, a menina jovem pôde leia o idioma bobo que toda mulher entende. Ela avançou, enquanto se ruborizando. --Esta é minha filha, disse o Capitão.
| <- | Contents | -> |