Capítulo 27
"Isso nos traz a outra pergunta", Sr. Grimm continuou impiedosamente. "Se você não atirou Senor Alvarez, você sabe quem fez?" Havia outra pausa longa. "Eu quero o acreditar, Senhorita Thorne", ele completou. Ela virou depressa com algo de desafio na atitude dela. "Sim, eu sei", ela disse lentamente. "Seja inútil para negar isto." "Quem era?" "Eu não lhe falarei." Sr. Grimm apoiou adiante na cadeira dele, e falou seriamente. "Entenda, por favor, que por aquela resposta você assume culpa igual com o pessoa que de fato fez o tiroteio", ele explicou. "Se você adere isto você me compele o considerar como um cúmplice." O interrogatório dele levou um linha diferente. "Você explicará como o revólver entrou em sua posse?" "Oh, eu--eu apanhei isto lá" no corredor, ela respondeu vagamente. "Eu quero o acreditar, Senhorita Thorne", Sr. Grimm disse novamente. "Você pode. Eu apanhei isto no corredor", ela repetiu. "Eu vi isto mentindo lá e apanhou isto." "Por que que, em vez de dar um alarme?" "Nenhum alarme era necessário. O próprio tiro era um alarme." "Então por que", Sr. Grimm persistiu coldly, você correu ao longo do corredor e escapa por via da cozinha? Se você não fizesse o tiroteio, por que a necessidade de fuga, levando o revólver?" Havia isso nos olhos azul-cinzas que trouxeram Sr. Grimm a seu pés. As mãos dele agarraram um ao outro cruelmente; o tom dele estava como sempre tranqüilo. "Por que você levou o revólver?" ele perguntou. A cabeça de Senhorita Thorne se inclinou adiante um pequeno, e ela estava calada. "Há só duas possibilidades, claro que", nas que ele foi. "Primeiro, isso você, apesar de sua negação, fez o tiroteio." "Não!" As palavras estouraram razoavelmente dela lábios firmemente fechados. "Ou que você soube o revólver, e levou isto para salvar a pessoa, homem ou mulher que incendiou o tiro. Eu assumirei, para o momento que isto é correto. Onde o revólver está?" Do quarto adjacente lá veio um barulho leve, uma respiração lânguida de
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